Ao chegar em casa sua imaginação pulara de sonhos fantásticos e espantosos. De repente não havia mais problema na sua cabeça, nenhuma questão eterna a ser resolvida e tornar a ser resolvida. Ele sentira uma emoção que não era nem física nem mental, nem apenas uma mistura dos dois, e o amor pela vida pela vida absorveu-o, por enquanto, com a exclusão de tudo mais. Ele se dava por satisfeito de deixar que essa experiência permanecesse isolada e singular.
— (F. Scott Fitzgerald)